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Baixa histórica da Selic: vale a pena investir em imóveis

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Quem sonha em comprar um apartamento precisa ficar atento às taxas e impostos que incidem sobre essas transações. Isso porque elas podem chegar a até 15% do valor negociado, implicando na necessidade de um planejamento financeiro que leve em conta essas variáveis. Com a baixa taxa básica de juros (Selic), vale a pena investir em imóveis e garantir melhores condições para a compra.

Para você, que está pensando em aproveitar o bom momento e fazer um investimento em um apartamento, separamos algumas dicas para comprar um imóvel. Confira!

Por que vale a pena investir em imóveis com a Selic em baixa?

O Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) é a taxa básica de juros definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que baseia os juros a serem cobrados em diferentes modalidades de crédito por bancos, instituições financeiras e administradoras de cartão.

A taxa é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central, atualizada mensalmente, para controlar a inflação, ou, até mesmo, estimular o consumo. Quando a inflação sobe, por exemplo, a Selic costuma aumentar, já que com juros altos, a tendência das pessoas comprarem diminui. Em contrapartida, quando está em baixa, a taxa impulsiona o consumo e, por consequência, o aquecimento da economia.

Desde o início da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus, em março, a taxa básica de juros já foi cortada quatro vezes. E, à medida em que a Selic baixa, bancos anunciam o repasse nas taxas do financiamento imobiliário e já é possível conseguir empréstimos com variações entre 6,5% e 7,3% ao ano, valores muito atrativos para o mercado imobiliário.

Na prática, a baixa histórica da Selic reflete diretamente no financiamento de imóveis, uma vez que outras taxas também tendem a cair e o crédito ficar mais barato. Sendo assim, com os juros cada vez mais baixos, vale a pena investir em imóveis e aproveitar a oportunidade de comprar um apartamento, por exemplo.

A redução histórica da Selic (2%) se traduz no cenário positivo para quem pretende fazer um investimento em imóveis, criando condições favoráveis às operações de crédito e refletindo diretamente nas vendas do setor. Além disso, a taxa de juros média do financiamento imobiliário também está no menor patamar da história. Sem dúvida, é o melhor momento para quem quer comprar um imóvel.

Quais são os outros impostos e taxas envolvidos na compra de imóveis?

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um dos impostos que incorrem sobre as transações imobiliárias. A taxa é cobrada pelas prefeituras e deve ser quitada no prazo estabelecido pela administração local. A alíquota do ITBI varia entre as cidades e pode chegar até 3% sobre a base de cálculo da transação.

Para se ter uma base de cálculo do imposto, é necessário multiplicar a base de cálculo (valor venal do bem) pelo percentual estabelecido. As referências de valor venal do imóvel podem ser consultadas nas prefeituras de cada município. No caso de São Paulo, por exemplo, basta acessar o site da administração municipal e digitar o número do IPTU.

Escritura do imóvel

Há diversos tipos de escritura, com cláusulas específicas de cada tipo de negociação. Quem opta por investir em imóveis necessita de uma escritura pública do imóvel. Este valor varia de acordo com o preço da propriedade e os custos a serem pagos no cartório podem ser consultados no Instituto de Registro Imobiliário do Brasil.

Registro do imóvel

Quando se adquire um imóvel, é necessário registrá-lo no nome do novo proprietário. O registro é feito em cartório e há a despesa de escritura, calculada com base no valor de venda do imóvel. A taxa é paga após a quitação do ITBI e da escritura.

Ficou com alguma dúvida? Conte com nossos consultores na hora de comprar um apartamento.

Publicado em 3 de setembro de 2020.