Categoria: Cidade



A mobilidade urbana em São Paulo

A mobilidade urbana em São Paulo

A mobilidade urbana em São Paulo é alvo constante de estudos de viabilidade e planos de expansão tanto dos corredores de ônibus e linhas de metrô e trens quanto das ciclovias. Mas ainda está engatinhando em busca de um serviço de qualidade e que ajude o paulistano a diminuir as horas que passa preso no trânsito.

O Plano municipal de mobilidade urbana que foi lançado em 2016, até agora não conseguiu sair do papel. Esse plano dá prioridade aos pedestres, aos meios de transporte coletivos e as calçadas.

Uma forma de colocar parte deste plano em prática e driblar a falta de recursos foram realizadas parcerias público-privadas, as PPPs. A linha amarela do metrô, por exemplo, tem gestão privada. Mas, até essa parceria está parada desde 2017, por causa das investigações da lava jato, e não possui data para ser retomada.

A cidade de São Paulo conta com o sistema de mobilidade muito complexo que é composto por:

  1. Ônibus

São cerca de 15 mil carros circulando de segunda a segunda pelos mais de xx quilômetros de corredores e faixas de uso exclusivo de ônibus em determinados horários. São mais de 1400 linhas que saem de 28 terminais urbanos.

  1. Sistema viário

O sistema viário de São Paulo é composto por 2 vias expressas principais, as Marginais dos Rios Pinheiros e Tietê, que funcionam como ponto de ligação com mais de 10 Rodovias que ligam a capital ao litoral e ao interior, além de mais de 20 grandes avenidas por toda a capital, que fazem circular uma média de 6 milhões de veículos em dias úteis.

  1. Sistema metroferroviário

O metrô conta com quase 90 quilômetros de extensão, 6 linhas em operação e 79 estações de embarque. Os trens da CPTM circulam em mais de 270 quilômetros em 7 linhas e 94 estações. As duas companhias transportam cerca de 8 milhões de pessoas nos dias úteis e é o principal alvo dos investimentos neste setor.

  1. Sistema cicloviário

A capital agora tem uma malha cicloviária com quase 500 quilômetros que vem conquistando, ao poucos, os paulistanos.

As ciclovias permanentes, são as rotas separadas do tráfego de automóveis e geralmente estão instaladas em vias expressas. As ciclofaixas, são as rotas que não possuem separação física do trânsito e as ciclorrotas são as vias de trânsito compartilhada entre bicicletas e veículos e que possui sinalização específica para as bikes.

De acordo com o plano municipal de mobilidade, está prevista a construção de 1,5 mil quilômetros de malha cicloviária até 2010, porém nenhuma ampliação foi realizada desde o início de 2017.

O maior desafio das próximas gestões prefeitura municipal é voltar a colocar o plano em ação, além de investir em novos estudos e tecnologias para aliviar o trânsito de uma das maiores capitais do mundo!

Os empreendimentos da Fraiha têm sua localização cuidadosamente escolhida para proporcionar aos seus clientes o maior conforto e facilidades de locomoção, estando perto de estações do metrô e de importantes avenidas. Quer saber mais? Clique aqui.

 

Fonte: Wikipédia e Detran

O metrô e as novas linhas na Zona Sul de São Paulo

O metrô e as novas linhas na Zona Sul de São Paulo

Desde 1974 o metrô atende a população de São Paulo.
Conhecido como o maior e mais movimentado sistema de transporte metroviário da América Latina, hoje, ele atende cerca de 4,5 milhões de passageiros por dia. Isso sem contar as linhas de trens da CPTM que em muitas estações têm ligação direta com a malha metroviária.

Atualmente, o metrô conta com 96 km de extensão e 84 estações divididas em 6 linhas em código de cores. Os 232 trens circulam pela Linha 1 – Azul, Linha 2 – Verde, Linha 3 – Vermelha, Linha 4 – Amarela, Linha 5 – Lilás e linha 15 – Prata.

A última entrega realizada pelo Governo do Estado aconteceu no final de setembro de 2018, com 4 anos de atraso.
As estações Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin agora ligam a linha 5 – Lilás, que atende boa parte da Zona Sul, incluindo bairros como Moema e Brooklin, com a linha 1- azul e linha 2 – verde.

 

Para esse trecho da Linha 5, falta apenas a estação Campo Belo, que não tem previsão de entrega.
Com a abertura dessas estações, cerca de 850 mil pessoas estão se beneficiando do transporte público.

De acordo com o Governo do Estado, a rede metroviária está em plena expansão.
A Linha 4- Amarela foi parcialmente inaugurada e está com as obras da fase 2 em andamento, e tem previsão de entrega em 2020.
Já as obras para a Linha 6 – Laranja, que terá cerca de 15 km de extensão e 15 estações está totalmente parada há dois anos.

Cada dia mais, as pessoas estão optando pelo transporte público para realizar seus compromissos e trabalhar, e por isso, os empreendimentos da Fraiha estão localizados perto de estações de metrô, como o Modern Life Fagundes Filho na Saúde, o Saphir Morgado e o Humberto Primo na Vila Mariana e o Moema 300 em Moema. Você pode conferir tudo clicando aqui.

O que fazer em SP nos primeiros meses de 2019

O que fazer em SP nos primeiros meses de 2019

                                            

Sāo Paulo é uma cidade que não para, mas durante o mês de janeiro e fevereiro desacelera um pouco. Por conta das férias escolares, a cidade fica mais tranquila e estar por aqui é uma ótima oportunidade para curtir a cidade e tudo o que ela oferece!

 

O que há de bom para fazer na São Paulo sossegada de início de ano? 

Aproveitar o espaço sem movimentos e frequentar restaurantes, museus, parques e tudo que a cidade tem a oferecer.

 

Se você gosta de arte de rua esse é o seu lugar! Situado na Vila Madalena, um bairro super descolado de SP, o Beco do Batman é uma ótima opção de passeio ao ar livre em São Paulo.


Mirante 9 de julho é um espaço multicultural que fica bem pertinho da Avenida Paulista, atrás do MASP, e promove diversas atividades de cultura, lazer e gastronomia. Tudo isso com uma bela vista para a Avenida 9 de Julho!


Fazer um passeio nas ruas da Liberdade pelo bairro oriental da cidade é mergulhar em culturas milenares e conhecer os sabores e as tradições dos povos japoneses, chineses e coreanos.

 

Aproveite as férias em São Paulo para fazer a visita guiada grátis ao Teatro Municipal, e se tiver a oportunidade de assistir a algum espetáculo, vá em frente!

Outra sugestão é passear no Parque Villa-Lobos que fica no bairro Alto de Pinheiros, conta com uma grande área verde, ciclovia, biblioteca, orquidário, parquinhos, anfiteatro, quadras de esportes, campos de futebol, aparelhos de ginástica, pista de cooper, entre outras coisas. Lá você pode, por exemplo, alugar uma bike ou patinete , passear com seu pet ou fazer um piquenique. Há também o parque Ibirapuera, o parque mais frequentado da América do Sul.

 

Para os amantes de arte uma ótima recomendação é o Museu Lasar Segall, que fica na Vila Mariana. A casa que abriga o museu foi residência e ateliê de Lasar Segall, um artista super importante na história do Brasil.

 

Museu da Casa Brasileira fica num lindo e enorme casarão na Avenida Brigadeiro Faria Lima e tem como temáticas a arquitetura e o design.

O MCB promove exposições temporárias além de mostras de longa duração e ainda conta com uma programação variada com atrações musicais, feiras gastronômicas, oficinas, lançamentos de livros, palestras e eventos especiais.

 

Um local onde muitas histórias são contadas por meio do cinema. O espaço conhecido como Cinemateca, na Vila Mariana, adaptou as instalações para abrigar salas de projeção, conservação e restauro de filmes.

Próximo a esses pontos interessantes de São Paulo, sempre tem um empreendimento Fraiha, como o Humberto Primo e o Modern Life, na Vila Mariana. Saiba mais sobre os empreendimentos Fraiha clicando aqui.

Aproveite essas dicas para curtir São Paulo nos primeiros meses do ano, sem gastar muito e com conforto!

Vantagens de morar em condomínio fechado

Vantagens de morar em condomínio fechado

Você já imaginou poder dar um pulo na piscina antes de começar a trabalhar? Já pensou em ter uma academia completa onde mora? E se no happy hour ou nos finais de semana você pudesse receber os amigos em um espaço gourmet?
Pois são essas algumas das inúmeras vantagens que morar em condomínio fechado de apartamentos tem a oferecer.
1. Morar em condomínio oferece mais segurança
O conforto e a praticidade que um condomínio fechado tem a oferecer, nada disso valeria a pena se você não tivesse a segurança que só essa modalidade de moradia é capaz de proporcionar. Afinal, a segurança é um aspecto essencial, sobretudo nos dias de hoje. Portanto, além de contar com a maior segurança que os apartamentos oferecem, você e sua família estarão sob a proteção de uma estrutura projetada especialmente para prevenir quaisquer problemas.
2. Lazer em casa
Além da piscina, da academia, do espaço kids, do espaço teen e da área gourmet que foram citados no início, o condomínio também mantém quadras, salão de festa, áreas verdes, área com churrasqueira, entre outros confortos voltados para o lazer. Em outras palavras, isso significa que, nos finais de semana ou em qualquer dia, mesmo durante a semana, você e sua família podem contar com uma infraestrutura completa para a diversão.
3. Vida em comunidade
Morar em um prédio comum já cria a oportunidade de as pessoas se relacionarem de maneira mais próxima, desenvolvendo um verdadeiro espírito de comunidade. Com isso, elas podem desenvolver laços de amizade consistentes, o que é de extrema valia, principalmente para as crianças e para os adolescentes.
4. Redução de custos
Outra grande vantagem de morar em um condomínio está na oportunidade de ter acesso a todos seus benefícios por um custo individual bastante reduzido. Imagine quanto custaria manter uma estrutura dessas sem que o custeio fosse compartilhado entre várias pessoas. Ou seja: paga-se um valor de condomínio que é baixo, diante de tudo o que ele proporciona.
5. Aumento da qualidade de vida
A agitação das grandes cidades, o trânsito pesado, o trabalho, os assuntos de família, entre tantas outras questões, tornam as vidas das pessoas bastante atribuladas nos dias de hoje. Por isso, a possibilidade de chegar em casa no final do expediente e poder reunir a família à beira da piscina ou, simplesmente, de poder deitar em uma espreguiçadeira para ler um livro ou descansar é um privilégio que muita gente gostaria de ter.
6. Padrão elevado
Como um condomínio fechado é um empreendimento diferenciado, naturalmente, as construtoras elevam os padrões de construção e de acabamento. Com isso, há a utilização de materiais de melhor qualidade, que são trabalhados por mão de obra especializada, com alta qualificação.
Desta maneira, tanto as áreas comuns quanto os próprios apartamentos alcançam um padrão de qualidade elevado, tanto nos aspectos arquitetônicos e construtivos quanto no acabamento.
7. Mais praticidade no dia a dia
Um dos problemas de morar em casa ou mesmo em apartamentos que não contam com uma infraestrutura de um condomínio fechado está no fato dos moradores terem que cuidar de tudo o que diz respeito à manutenção das instalações. Mesmo que tenham o auxílio de algum funcionário e a presença do síndico, há sempre a necessidade de verificar se a estrutura está funcionando bem.

Agora que você já conhece as vantagens de morar em condomínio fechado, que tal conhecer os empreendimentos da Fraiha.

O mercado imobiliário e as ciclovias

O mercado imobiliário e as ciclovias

Com a valorização do transporte ativo – ou transporte não motorizado – o investimento em infraestrutura para acomodar pedestres e ciclistas tem mudado o formato das cidades e já provoca uma reestruturação nos produtos imobiliários.

A utilização da bicicleta como meio de transporte vem crescendo de forma significativa nas últimas décadas. Segundo o último senso americano, o número de pessoas que utilizam bicicletas para se deslocarem até seus locais de trabalho, aumentou em 62% entre 2000 e 2014. Já em Amsterdã, conhecida como uma das primeiras cidades do mundo a adotar esse meio de transporte, o número de viagens efetuadas por ciclistas cresceu mais de 40% desde 1990.

Mas os efeitos do transporte não motorizado não ficam restritos apenas à melhoria da saúde dos cidadãos ou do meio ambiente. Eles têm efeitos muito positivos também no comércio. De acordo com dados divulgados pela ONG “PeopleForBikes”, as pessoas que fazem compras de bicicleta gastam menos por viagem do que aquelas que utilizam automóveis para o mesmo propósito.

Conclusão: uma cidade com uma rede eficiente de ciclovias, estações “bike-share” e áreas para caminhadas, influencia diretamente a modelagem dos produtos imobiliários no mercado. Um exemplo para isso, é o empreendimento “Bici Flats”, lançado em Iwoa (EUA). Com 154 unidades residenciais, o empreendimento localizado no entroncamento de duas ciclovias, dá aos futuros residentes a opção de deslocarem-se até o centro da cidade pedalando, além de conectarem-se com os 84 km de ciclovias existentes no perímetro urbano.

Vários empreendimentos desse tipo têm sido lançados e contam ainda com facilidades peculiares, como área específica para estacionamento das bicicletas, espaço exclusivo para consertos e manutenção, além de estações com bicicletas para uso compartilhado.

No Brasil, a indústria imobiliária está pronta para colocar no mercado os produtos voltados para os usuários de bicicletas. O que falta é estruturação e implantação no tecido urbano de redes panejadas de ciclovias, que sejam permeáveis, seguras, confortáveis e abrangentes do ponto de vista de deslocamentos.

Tipos de vagas de garagem

Tipos de vagas de garagem

Em outros tempos, ter um carro podia até ser um privilégio para poucos, mas a realidade é que, hoje em dia, eles não só se tornaram mais acessíveis e populares como também têm uma variedade muito maior, entre diferentes tipos e tamanhos. Por isto, na hora de escolher o imóvel certo, é preciso dar igual atenção à garagem disponível para guardar seu veículo.

No caso de condomínios, é claro que, quando você estaciona o carro, algumas regras de boa convivência podem colaborar, como não bloquear o acesso de qualquer pessoa ou veículo e evitar bater as portas ou direcionais os faróis nas janelas do vizinho, pela noite. Entretanto, outros fatores não dependem apenas de você, e sim dos detalhes da vaga oferecida, como por exemplo se ela é coberta ou não.
As vagas podem ser autônomas, indeterminadas ou determinadas. No primeiro caso, as vagas autônomas, ou extras, são quando se compra a vaga como uma unidade separada da escritura do imóvel. Isto faz com que o proprietário tenha que pagar IPTU e condomínio por vaga adquirida, o que representa um gasto a mais.
Já as vagas indeterminadas são quando a escolha do local é feita através de sorteio entre os condôminos em assembleia geral. Como a vaga é demarcada e distribuída por critérios variados, isto pode representar um risco de você cair naquele local mais apertado do estacionamento, ou naquele que exige uma série de manobras para retirar o carro, entre outros inconvenientes.

Por fim, há as vagas determinadas, opção escolhida para os empreendimentos da Fraiha. Nestas, a localização é fixa e a descrição já vem pré-determinada na escritura do imóvel, evitando problemas. Ao contrário da vaga autônoma, IPTU e condomínio da vaga determinada estão inclusos, assim você não precisa pagar a mais.

Fique atento aos locais onde houve redução do limite de velocidade em SP

Fique atento aos locais onde houve redução do limite de velocidade em SP

Nesta quinta-feira, 27, a avenida Doutor Gastão Vidiga (Zona Sul), e as avenidas Pedroso de Morais e Professor Fonseca Rodrigues (Zona Oeste), tiveram a velocidade reduzida de 60km/h para 50km/h*. Isto faz parte de uma série de mudanças no limite de velocidade em marginais, avenidas e ruas de São Paulo, iniciadas em julho deste ano pela prefeitura municipal, sob o argumento de que a redução da velocidade pode diminuir o número de mortes em acidentes e melhorar a fluidez do trânsito.

Entre outras das principais alterações, a velocidade máxima permitida caiu de 90 km/h para 70 km/h nas pistas expressas (no caso de ônibus e caminhões, 60 km/h), de 70 km/h para 60 km/h nas centrais; e de 60 km/h para 50 km/h nas pistas locais.

Assim, ao longo do último mês, tiveram a velocidade reduzida as Marginais Tietê e Pinheiros, que agora tem a velocidade máxima de 70 km/h, e as avenidas Angélica (Centro), Nadir Dias de Figueiredo (Zona Norte), Doutor Abraão Ribeiro, Pacaembu e rua Major Natanael (Zona Oeste), que passaram a ter velocidade máxima de 50 km/h.
A Guarapiranga e a Estrada do M’Boi Mirim (Zona Sul) também tiveram a velocidade máxima reduzida de 60km/h para 50km/h. O mesmo ocorreu com as avenidas Senador Teotônio Vilela e Arnolfo Azevedo, e a rua Almirante Pereira Guimarães (todas na Zona Oeste).

Ainda outras vias já passaram para 50km/h, entre elas a rua Henrique Schaumann, o viaduto Antártica e as avenidas Paulo VI, Sumaré, Antártica, Afrânio Peixoto, Valdemar Ferreira e Professor Manuel Chaves (Zona Oeste), bem como as avenidas Vereador José Diniz e Carlos Caldeira Filho, além da Estrada do Campo Limpo (Zona Sul).
*Atenção, por causa da ciclofaixa de lazer, aos domingos, a avenida Professor Fonseca Rodigues terá velocidade máxima de 40km/h, das 7h às 16h, no trecho entre as praças Apecatu e Panamericana.

Mudanças que o novo Plano Diretor traz na hora de escolher um apartamento na planta

Mudanças que o novo Plano Diretor traz na hora de escolher um apartamento na planta

De tempos em tempos, um novo Plano Diretor Estratégico entra em vigor, trazendo o conjunto de diretrizes que irá orientar como deve ser o crescimento urbanístico e a distribuição populacional da cidade de São Paulo nos próximos anos.

Como o plano diretor mais recente foi sancionado em 31 de julho de 2014, projetos protocolados anteriores à lei que ainda estão em andamento, não serão afetados pelas novas diretrizes urbanísticas. Porém, novos projetos de edifícios que serão erguidos na capital paulista nos próximos 16 anos encontrarão mudanças bastante significativas. Algumas delas:

Fachadas ativas
Prédios com fachadas ativas, ou seja, que tem estabelecimentos comerciais, prestação de serviços ou atividades institucionais localizadas no térreo receberão incentivos para a construção, o que pode deixar o empreendimento com melhor preço e a área mais valorizada. A ideia é que comércio, emprego e moradia dialoguem mais e que o comércio oferecido pelos estabelecimentos movimente a economia local, com a circulação de mais pedestres.

Vaga de garagem
Dentro dos chamados “Eixos de mobilidade Urbana”, cada unidade residencial poderá contar com uma vaga de garagem; mais do que isso, haverá uma cobrança extra por vagas adicionais. Para empreendimentos não residenciais (hotéis, flats, prédios e centros comerciais), haverá apenas 1 vaga para cada 100m² de área computável. O objetivo é incentivar uma outra cultura em relação à dependência dos carros, aproveitando melhor o uso de carros particulares e estimulando o uso de outros veículos para transporte, como metrô e ônibus.

Altura dos prédios
O novo plano diretor busca reordenar a construção de prédios altos na cidade. Por isto, zonas que são estritamente residenciais terão um limite de altura: nos miolos dos bairros, os novos edifícios poderão ter até 28 metros, evitando “espigões” ao lado de sobrados e casas. Prédios mais altos ficarão concentrados próximo a eixos de transporte de massa.

Venda de imóveis em SP foi 72,5% mais alta em abril

Venda de imóveis em SP foi 72,5% mais alta em abril

Boas notícias para o mercado imobiliário foram apresentadas em recente pesquisa realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação, Secovi-SP. Segundo a pesquisa, abril de 2015 foi um excelente mês para quem trabalha com venda de imóveis novos na cidade de São Paulo, com 72,5% de negociações realizadas a mais do que março do ano passado.
Em abril deste ano, foram vendidas 2.185 unidades residenciais, ao passo que em março de 2014, foram 1.267 unidades comercializadas. O número é mais tímido se forem comparados apenas os meses de abril dos dois anos, mas mesmo assim traz números positivos, com aumento nas vendas de 1,8%.
Entre os empreendimentos mais vendidos, unidades de dois dormitórios representaram 60%. Em seguida, as de um dormitório, com 23,8%. Quatro ou mais dormitórios foram apenas 3,3%.
A notícia traz sinais positivos ao mercado imobiliário de São Paulo, que vem se ajustando à delicada situação econômica mundial e a sequência de notícias negativas no país, como as taxas de juros mais altas e a restrição de crédito imobiliário pela Caixa Econômica Federal. Os resultados mostram que o cenário está difícil, mas há demanda de pessoas interessadas adquirir novos imóveis.
Com os bons ventos, incorporadores têm trabalhado para acomodar os empreendimentos às diretrizes do Novo Plano Diretor, que traz um conjunto de diretrizes urbanísticas para prédios que serão construídos na cidade nos próximos 16 anos. Estas diretrizes valem para plantas de construções aprovadas após o plano entrar em vigor e deverão influenciar bastante no preço dos imóveis.

Conheça as diferenças entre ciclovias e ciclofaixas

Conheça as diferenças entre ciclovias e ciclofaixas

A cidade de São Paulo tem vivido uma transformação do espaço urbano com a implementação de ciclovias e ciclofaixas no município. Mas você sabe a diferença entre ciclovia, ciclofaixa e ciclorrota?

Nas ciclovias, há um espaço para fluxo de bicicletas com uma separação física que isola os ciclistas dos demais veículos, com grade , blocos, concreto, entre outros. Um exemplo prático é a ciclovia que foi inaugurada no dia 28, na Avenida Paulista.

Já as ciclofaixas são quando não há separação física de qualquer tipo, apenas uma faixa pintada no chão, que serve para dar mais segurança ao ciclista. Em Moema (Zona Sul), há ciclofaixas, por exemplo.

Tanto as ciclovias quanto as ciclofaixas são vermelhas devido a um padrão de cor adotado mundialmente. Há, ainda, as ciclorrotas, que são caminhos sinalizados para ajudar no deslocamento dos ciclistas, e as ciclofaixas de lazer, que são ciclofaixas temporárias, operadas por agentes de trânsito em determinados momentos, como finais de semana e feriados.

Agora que você já sabe a diferença, fique atento às alterações de rota e mudanças no trânsito da cidade!

O fim do Minhocão e as alternativas para o centro de São Paulo

O fim do Minhocão e as alternativas para o centro de São Paulo

O Elevado Costa e Silva, conhecido como Minhocão, é uma via expressa elevada, que liga a região da Praça Roosevelt, centro de São Paulo, ao Largo Padre Péricles, em Perdizes, zona oeste da cidade. Sua extensão é de 2,9 km e estima-se que 232 mil pessoas sejam diretamente afetadas pela obra, considerada uma das obras mais polêmicas de São Paulo. Mas nos próximos anos, uma mudança deve alterar – e muito – o cenário da região e a valorização dos imóveis afetados pelo viaduto. Isto porque, em 31 de julho de 2014, foi aprovado um novo Plano Diretor da cidade de São Paulo, que prevê o fim do Minhocão.

O Minhocão foi inaugurado em 1971, com o objetivo de desafogar o trânsito paulistano, uma vez que as vias das regiões centrais da cidade não teriam como ser ampliadas. Atualmente, o Elevado passa pelas avenidas Francisco Matarazzo, General Olímpio da Silveira, São João, rua Amaral Gurgel e Praça Marechal Deodoro. Com isso, quatro bairros são afetados por ele: Consolação, República, Santa Cecília e Barra Funda. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 6h30 às 21h30.

Seu traçado, partindo da Praça Roosevelt, vai pela Rua Amaral Gurgel, Av. São João, Praça Marechal Deodoro, Av General Olímpio da Silveira até o Largo Padre Péricles. Mas, a área por onde o viaduto passa é bastante prejudicada. Isto porque a obra é inteiramente projetada em concreto e chamada por muitos arquitetos de “cicatriz urbana”. E além da questão visual, cerca de 140 prédios estão em seu entorno e, em vários deles, o Elevado passa a apenas 5 metros dos prédios de apartamentos.

Ainda não se sabe qual será o destino do Minhocão; alguns especialistas acreditam que o ideal seja derrubá-lo por completo, enquanto outros defendem que ele seja transformado em um parque ou até mesmo em um jardim suspenso. Para quem defende que o Elevado se transforme em um parque destinado ao lazer, há um projeto que pode ser visto no site Parque Minhocão.

Mas, antes de decidir o fim do viaduto, ainda outra questão deve ser resolvida: é preciso saber o que fazer com os 70 mil carros que passam pelo viaduto todos os dias. Rotas alternativas e expansão deverão ser criadas, a exemplo do que foi feito em 2010, quando foram inauguradas novas faixas nos dois sentidos da Marginal Tietê, via expressa paralela ao Minhocão.

Por outro lado, caso seja decidida uma demolição por completo, será necessário uma operação bastante trabalhosa e cara aos cofres públicos, para garantir a estrutura dos imóveis e segurança da população. Entretanto, o que já se sabe é que de uma forma, ou de outra, a médio ou longo prazo os imóveis da região serão consideravelmente mais valorizados, devido aos investimentos e melhoria da paisagem e infraestrutura da região.

Onde estão as ciclovias de São Paulo?

Onde estão as ciclovias de São Paulo?

A atual gestão municipal de São Paulo afirmou que até o fim de 2016, a cidade contará com 400 km de ciclovias. A instalação tem sido apresentada outra alternativa para enfrentar o trânsito na cidade e entre os critérios definidos pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo para definir se um local irá ter, ou não, ciclovia estão a conectividade dos trajetos, menor distância possível na viagem, funcionalidade e, claro, o uso da estrutura como meio de transporte, entre outros fatores.

Por enquanto, São Paulo tem bem menos ciclovias do que outras cidades de grande porte, a exemplo de Bogotá, com 359 km, Nova York, com 675 km, e Berlim, com 750 km. Entretanto, pouco a pouco, as faixas vermelhas (cor internacional das ciclovias) começam a se espalhar pela cidade e à medida que os ciclistas começam a utilizá-las, o mapa de estrutura cicloviária de São Paulo vai tomando forma. Confira um mapa atualizado pela CET – Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo.

Ciclovias mais recentes – As últimas ciclovias entregues em janeiro de 2015 foram na Avenida Pedroso da Silveira, entre a Praça Ilo Otani e a Rua Santa Rita, no bairro do Pari, Região Central da cidade; Rua Curuçá, entre a Avenida Guilherme Cotching e a Rua Galileu Gaia, na Vila Nova Curuçá, Zona Norte; e na Rua Balsa, entre o acesso da Avenida Otaviano Alves de Lima e a Avenida Santa Marina, também Zona Norte.

Vale lembrar que, no início de janeiro deste ano, a Avenida Paulista foi parcialmente interditada, para obras de implantação de ciclovia no canteiro central; as obras deverão durar seis meses. Esta ciclovia será permanente, assim como no corredor da Avenida Liberdade e da Rua Vergueiro.

Ciclorrotas e ciclofaixas – Além das ciclovias, também foram implantadas ciclorrotas, com sinalização vertical com placas de regulamentação e advertência e pintura de solo; as calçadas compartilhadas, para promover o acesso de bike a pontos turísticos e culturais paulistanos; e as ciclofaixas (faixa de uso exclusivo para circulação de bicicletas, sem separação física em relação ao restante da via e com sinalização vertical e horizontal). Há ainda as ciclofaixas operacionais de lazer, que são faixas de tráfego localizadas junto ao canteiro central ou à esquerda da via, separadas por cones, supercones ou cavaletes. Todas constam no site oficial da CET – Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo.