Categoria: Acessibilidade



A mobilidade urbana em São Paulo

A mobilidade urbana em São Paulo

A mobilidade urbana em São Paulo é alvo constante de estudos de viabilidade e planos de expansão tanto dos corredores de ônibus e linhas de metrô e trens quanto das ciclovias. Mas ainda está engatinhando em busca de um serviço de qualidade e que ajude o paulistano a diminuir as horas que passa preso no trânsito.

O Plano municipal de mobilidade urbana que foi lançado em 2016, até agora não conseguiu sair do papel. Esse plano dá prioridade aos pedestres, aos meios de transporte coletivos e as calçadas.

Uma forma de colocar parte deste plano em prática e driblar a falta de recursos foram realizadas parcerias público-privadas, as PPPs. A linha amarela do metrô, por exemplo, tem gestão privada. Mas, até essa parceria está parada desde 2017, por causa das investigações da lava jato, e não possui data para ser retomada.

A cidade de São Paulo conta com o sistema de mobilidade muito complexo que é composto por:

  1. Ônibus

São cerca de 15 mil carros circulando de segunda a segunda pelos mais de xx quilômetros de corredores e faixas de uso exclusivo de ônibus em determinados horários. São mais de 1400 linhas que saem de 28 terminais urbanos.

  1. Sistema viário

O sistema viário de São Paulo é composto por 2 vias expressas principais, as Marginais dos Rios Pinheiros e Tietê, que funcionam como ponto de ligação com mais de 10 Rodovias que ligam a capital ao litoral e ao interior, além de mais de 20 grandes avenidas por toda a capital, que fazem circular uma média de 6 milhões de veículos em dias úteis.

  1. Sistema metroferroviário

O metrô conta com quase 90 quilômetros de extensão, 6 linhas em operação e 79 estações de embarque. Os trens da CPTM circulam em mais de 270 quilômetros em 7 linhas e 94 estações. As duas companhias transportam cerca de 8 milhões de pessoas nos dias úteis e é o principal alvo dos investimentos neste setor.

  1. Sistema cicloviário

A capital agora tem uma malha cicloviária com quase 500 quilômetros que vem conquistando, ao poucos, os paulistanos.

As ciclovias permanentes, são as rotas separadas do tráfego de automóveis e geralmente estão instaladas em vias expressas. As ciclofaixas, são as rotas que não possuem separação física do trânsito e as ciclorrotas são as vias de trânsito compartilhada entre bicicletas e veículos e que possui sinalização específica para as bikes.

De acordo com o plano municipal de mobilidade, está prevista a construção de 1,5 mil quilômetros de malha cicloviária até 2010, porém nenhuma ampliação foi realizada desde o início de 2017.

O maior desafio das próximas gestões prefeitura municipal é voltar a colocar o plano em ação, além de investir em novos estudos e tecnologias para aliviar o trânsito de uma das maiores capitais do mundo!

Os empreendimentos da Fraiha têm sua localização cuidadosamente escolhida para proporcionar aos seus clientes o maior conforto e facilidades de locomoção, estando perto de estações do metrô e de importantes avenidas. Quer saber mais? Clique aqui.

 

Fonte: Wikipédia e Detran

O metrô e as novas linhas na Zona Sul de São Paulo

O metrô e as novas linhas na Zona Sul de São Paulo

Desde 1974 o metrô atende a população de São Paulo.
Conhecido como o maior e mais movimentado sistema de transporte metroviário da América Latina, hoje, ele atende cerca de 4,5 milhões de passageiros por dia. Isso sem contar as linhas de trens da CPTM que em muitas estações têm ligação direta com a malha metroviária.

Atualmente, o metrô conta com 96 km de extensão e 84 estações divididas em 6 linhas em código de cores. Os 232 trens circulam pela Linha 1 – Azul, Linha 2 – Verde, Linha 3 – Vermelha, Linha 4 – Amarela, Linha 5 – Lilás e linha 15 – Prata.

A última entrega realizada pelo Governo do Estado aconteceu no final de setembro de 2018, com 4 anos de atraso.
As estações Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin agora ligam a linha 5 – Lilás, que atende boa parte da Zona Sul, incluindo bairros como Moema e Brooklin, com a linha 1- azul e linha 2 – verde.

 

Para esse trecho da Linha 5, falta apenas a estação Campo Belo, que não tem previsão de entrega.
Com a abertura dessas estações, cerca de 850 mil pessoas estão se beneficiando do transporte público.

De acordo com o Governo do Estado, a rede metroviária está em plena expansão.
A Linha 4- Amarela foi parcialmente inaugurada e está com as obras da fase 2 em andamento, e tem previsão de entrega em 2020.
Já as obras para a Linha 6 – Laranja, que terá cerca de 15 km de extensão e 15 estações está totalmente parada há dois anos.

Cada dia mais, as pessoas estão optando pelo transporte público para realizar seus compromissos e trabalhar, e por isso, os empreendimentos da Fraiha estão localizados perto de estações de metrô, como o Modern Life Fagundes Filho na Saúde, o Saphir Morgado e o Humberto Primo na Vila Mariana e o Moema 300 em Moema. Você pode conferir tudo clicando aqui.

Prevenção e cuidados na hora de construir um imóvel

Prevenção e cuidados na hora de construir um imóvel

Um apartamento é mais do que uma reunião de tijolos, cimento, gesso e tantos outros materiais. É o lugar de nossos sonhos, símbolo de status, espaço privado em que nos reabastecemos do dia a dia. 

É, antes de tudo, nosso ninho e, como tal, o lugar mais seguro e aconchegante do mundo. Ou pelo menos deveria ser, mas há riscos nem sempre visíveis. Podemos nos sentir bem em nossas casas mas, dependendo da forma como foi planejada pode vir a causar acidentes, limitações e desconforto. 

A Fraiha Incorporadora se preocupada com a qualidade dos produtos oferecidos, tem por objetivo trazer o que há de melhor, atual, moderno, seguro e, principalmente, acessibilidade aos seus projetos.

Todo empreendimento para ser considerado seguro e confortável deve ser organizado de modo a evitar acidentes domésticos, tão comuns, e que muitas vezes podem comprometer física e psicologicamente as pessoas. E é nesse aspecto que a Fraiha também tem excelência, a acessibilidade é uma realidade e deve ser tratada como fator primordial antes da execução de uma obra. 

Acessibilidade: quais adaptações devem ser notadas em prédios e condomínios

Acessibilidade: quais adaptações devem ser notadas em prédios e condomínios

Escadas, elevadores inadequados, corredores estreitos, pouca acessibilidade. Todas as pessoas têm o direito de mobilidade garantido em prédios e condomínios; por isto, é bem importante saber quais são as adaptações básicas que devem ser respeitadas quando se trata de acessibilidade.

De acordo com a legislação nacional, prédios residenciais devem estar adequados a várias normas para garantir o livre acesso a locais de espaço comum. Porém, cabe ao governo de cada estado definir especificidades como o tamanho máximo que pode ter um desnível para tornar obrigatória uma rampa, escada ou corrimão. Ainda assim, independente das particularidades de cada local, a garantia de mobilidade deve valer para todos.

De modo geral, o que vale para todo o país são regras para as áreas de uso comum ou abertas ao público, que devem estar interligadas conforme as normas técnicas de acessibilidade da ABNT. É caso de rampas na entrada de prédios, permitindo a passagem de cadeirantes, pessoas com carrinhos de bebê, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida.

Também faz parte da legislação nacional o nivelamento dos pisos e degraus no acesso de um local para o outro. Isto vale para todas os espaços comum do condomínio, como hall de entrada do prédio, salão de festa, quadras esportivas, portarias e vagas em garagens.

Além disso, os prédios devem ter portas de acesso largas, assim como os corredores, que precisam ter uma largura que permita, por exemplo, a passagem de uma cadeirante. E vale lembrar que todo projeto do edifício deve ser submetido à Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) para aprovação prévia antes de sua construção. Feito isso, o local deve seguir, rigorosamente, os pedidos de adequação necessários.